sexta-feira, 22 de abril de 2011

Preciso demais desabafar.

Olá, entao, ainda sou eu, Bren que vos escreve! Preciso dizer que eu nao suporto a letra times, me dá até uma agonia. grrrrr. Depois de fazer o post anterior, senti o dever de escrever por aqui.
Se é pra tocar o dedo na ferida, vamos enfiar a mão inteira de uma vez. Vou contar na real tudo ou pelo menos o que eu conseguir lembrar.

Depois de quase três meses morando juntas, a Mãe de todas, Andry resolveu abandonar o barco. Razões as quais ela julga ser cruciais. Sorte a dela de poder voltar a trás. Quantas vezes eu pensei em desistir e minha consciência nao deixou? Tentei sempre colocar os pontos positivos na frente de tudo e sempre lembrar que todo o começo é difícil. Durante a maioria dos anos eu tenho que recomeçar do zero, é engraçado, mas é sempre assim. Seja mudando de cidade, mudando de escola, mudando de amigos ou até mesmo na questão amorosa. Chegou um tempo em que eu nao queria que o ano acabasse, porque com ele viriam as mudanças, e eu sempre tenho medo, na realidade, disso. Talvez eu esteja mais toleravel, talvez mais "sem coração". Geralmente não há muita coisa que me surpreenda, eu espero tudo de ruim e de melhor, acho que assim eu sofro menos. Devo admitir que me surpreendi, sim, com a notícia de que a Andry iria embora, sim, iria porque ainda nao foi, mas acho que irá. Complicado. Achei que era brincadeira, hahaha logo vao dizer que é "pegadinha do malandro". É o escambau. Primeiro chorei porque nao queria que aquele laço de desfizesse, depois chorei porque lembrei que sou uma academica sem dinheiro. Ou seja, quebrando o laço, eu estaria mais quebrada financeiramente e consequentemente teria que voltar para minha amada cidade Jaraguá do Sul. Naaaaaaaaao. Por mais que um dia eu tenha pensado em desistir, eu só pensei, entende? Nunca trocaria Itajaí por Jgua, sei lá, quando pensei em jogar tudo pro alto, pensei em ir pra sao chico ou jlle. Severamente falando. Agora eu tenho dois dias para convencer meu pai de que ele precisa me ajudar financeiramente, coisa que é impossivel. O tempo corre contra mim, sempre foi assim. Se minha mãe me pressionava, agora eu nao sei nem o nome da palavra... Agora eu nem sei mais do que eu tava falando porque tive que parar de escrever porque minha mãe tá tendo uma crise de histeria aqui. Que inferno, se eu saio de casa reclama, se eu quero me recolher, é porque eu sou depressiva. Assim nao dá. Pois bem, agora estou num mato sem cachorro, minha sorte está lançada no vento. Meu futuro depende da Andry, depende do meu pai, depende de eu conseguir um estagio... Ó ceus, nao poderia ser mais simples ? -Ah Brennda, desiste logo. Isso eu ouço 24hrs dentro e fora da minha mente. Mas sabe quando tu nao quer? Eu nao quero. Agora que as coisas estavam no rumo certo, desistir para mim seria como morrer. Podem me chamar de louca, sou sim. Tenho mais opções, dentre as que a minha mãe me deu, é a que eu acho que vou escolher, mas o frio na barriga não está deixando eu escolher definitivamente. Devo esperar tudo a minha volta se resolver e depois tomar minha decisão ou tomar minha decisão e deixar que o resto se foda? A via sacra vai passar aqui pela casa da minha vó, eu nem sei o que é isso direito, mas se nao for la ver, minha vó me bate com a vassoura. Que lindo que é isso, to até chorando, nao sei se é por isso ou porque eu estou sentimental. Nem sei mais o que falar, estou sem palavras, depois eu escrevo de novo. O que eu quero fazer hoje é ir para a casa do meu pai, alugar mil filmes e assistir com o meu primo, meu irmão. Quero poder nao me sentir sozinha, o que ultimamente eu tenho me sentido demais. Ninguem me dá uma opiniao, ninguem diz nada. Estou me sentindo perdida, e sozinha. 

Se alguem tiver alguma coisa pra me falar, e que vá me ajudar, qualquer palavra, meu email é brenndabutzke@hotmail.com . Estou falando bem sério, é pra mandar. Se nao quiser mandar, vá tomar no cu. Com a minha delicadeza vos deixo! Att, Bren. 

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